Gestão de Áreas Contaminadas

Nós da HidroGeo desenvolvemos uma gestão de áreas contaminadas através de procedimentos lógicos e racionais, visando sempre garantir a eficácia e por fim se necessário a reabilitação ambiental da área. Nosso trabalho está alinhado as necessidades do cliente e as exigências do orgão ambiental (Resolução CONAMA 420/2009, legislação estadual e Manual de Gerenciamento de Áreas Contaminadas – CETESB 2001). Executamos todas as etapas de acordo com as especifidades a pedido do cliente no processo de gestão de áreas contaminadas. 

Avaliação Preliminar

Esta etapa do gerenciamento de áreas contaminadas consiste basicamente na elaboração de um diagnóstico das áreas potencialmente contaminadas, através de indícios de uma possível contaminação do solo e águas subterrâneas. Essa etapa objetiva informações históricas do empreendimento e arredores, poderá ser feitas vistas técnicas nas áreas e utilizará dados existentes disponibilizados pela empresa e órgãos públicos. A partir dessa etapa, a área em estudo poderá ser classificada como suspeita (AS) ou contaminada (AC).

Se a área for suspeita de contaminação, deve-se realizar a próxima etapa denominada avaliação confirmatória, que é um estudo mais detalhado que tem o intuito de comprovar, ou não, a contaminação da área.

Avaliação Confirmatória

Etapa da gestão de áreas contaminadas que tem por objetivo confirmar, ou não, a existência de contaminação e verificar a necessidade da realização de uma investigação detalhada nas áreas suspeitas. Nessa etapa compara-se os resultados de análises químicas de amostras de solo e/ou água subterrânea coletadas na área investigada com os parâmetros de referência estipulados pelos órgãos ambientais estadual ou federal (Resolução CONAMA 420/2009).

Nesta etapa realiza-se um modelo conceitual da contaminação da área (origem dos contaminantes, meios impactados, meios de transporte de contaminantes, caminhos de ingresso, populações receptoras potenciais); visitas técnicas e caracterização do entorno da área; sondagens de reconhecimento da área; instalação de poços de monitoramento com ensaios hidráulicos e medições de níveis potenciométricos; coleta de solo e água subterrânea para análises químicas, entre outros.

Avaliação Detalhada

A etapa de Avaliação de Risco constitui uma ferramenta utilizada para definir a necessidade de implementação de medidas de intervenção, em uma área potencialmente contaminada e para estabelecer as metas de remediação a serem atingidas, visando sua reabilitação para o uso declarado. 

Os poluentes ou contaminantes quando entram em contato com o solo, com o ar, com a água superficial ou subterrânea, alteram as características naturais de qualidade dessas matrizes e na grande maioria das vezes, representam riscos e causam severos impactos sobre os bens a proteger localizados na área atingida e em suas circunvizinhanças.  

A avaliação de riscos à saúde humana tem por objetivo, estabelecer as concentrações máximas permitidas para os compostos de interesse, considerando os cenários de ocupação que representem da forma mais aproximada possível, a realidade do local (cenários atual e futuro). 

Segundo a Política Nacional do Meio Ambiente (Lei 6.938/81), são considerados bens a proteger: i) a saúde e o bem-estar da população; ii) a fauna e a flora iii) a qualidade do solo, das águas e do ar; iv) os interesses de proteção à natureza e à paisagem; v) a ordenação territorial e o planejamento regional e urbano, e; vi) a segurança e a ordem pública.  

Para assegurar que a lei supracitada seja respeitada e cumprida, no Estado de São Paulo, a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB, 2009), publicou o “Procedimento de Gerenciamento de Áreas Contaminadas”, que estabelece as diretrizes que devem ser rigorosamente seguidas para a investigação, a remediação e o gerenciamento de áreas contaminadas. Na realidade, entende-se que este documento representa um imenso avanço na prevenção da contaminação e no restabelecimento gradativo das condições naturais das áreas contaminadas, possível devido ao grande avanço tecnológico das metodologias de remediação reconhecidas pela comunidade científica e pelas agências ambientais, como a CETESB no Brasil e a EPA (Environmental Protection Agency) nos Estados Unidos da América. 

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